segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Hana kimi - Hisaya Nakajo
sábado, 18 de julho de 2026
Junho/2026
Como eu falei (em algum momento que eu não lembro) tenho buscado leituras com a temática cristã. Então, nada melhor que começar essa postagem com as aquisições do mês. Entre mangás e livros religiosos, essa postagem vai ter de tudo um pouco (looool).
Finalmente vou conseguir terminar perfect world. O penúltimo e último volume foram lançados. Vou ter que reler tudo porque nem lembro onde parei nessa história. Eu lembro que estava zangada por certas escolhas da protagonista. Provavelmente vou continuar zangada com isso, mas espero que a história termine de uma maneira incrível porque é o desfecho que ela merece. Não sei se vou conseguir ler durante as férias. Entretanto, espero que consiga ler logo.
Honey lemon soda é um mangá que gostei muito, mas só consegui comprar mais volumes agora e por isso a leitura dele também estava pausada e vou precisar reler, mas lembro que tinha me identificado com a protagonista e logo tinha sido conquistada pelo enredo.
O volume 19 de Inuyasha foi lançado e agora só faltam 11 para completar (choro sem fim). Eu amo inuyasha demais e finalmente eu tenho a oportunidade de colecionar (meu financeiro não aguenta).
Não comprei nenhum romance nem fantasia. Tenho muitos livros do tipo. E sei lá, estou um pouco desanimada com os dois gêneros. Está difícil encontrar obras que foquem na história e não em cenas de relações íntimas gráficas.
Comecei o volume 2 de Meu casamento feliz e em certas coisas eu me acho tão parecida com a Miyo que me chega a doer quando leio mais sobre os sentimentos dela, sua dor... Ainda bem que ela tem o Kudou.
Não consegui assistir diários de uma apotecária e nem Horimya. Tinha começado uma série coreana, mas empaquei no episódio 2. Não estou conseguindo assistir muitas coisas. Vamos ver agora nas férias.
Voltei a estudar chinês. Vou fazer um intensivo durante o mês de julho. Preciso revisar todo conteúdo de HSK1 e HSK2 porque me inscrevi no HSK3. Eu esqueci muitos ideogramas. Não consigo ler bem, mas minha escuta é muito boa e consigo assistir séries sem legendas. Espero que dê tudo certo.
Esse é o resumo do mês de junho e eu demorei tanto a postar que, com certeza, esqueci de um monte de coisa.
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Kamisama Hajimemashita - Julietta Suzuki
Publicada pela Panini em uma edição 2 em 1. O mangá terá 13 volumes. O primeiro volume veio com dois marcadores de página e um adesivo. Eu queria muito que tivesse vindo com um photocard porque estou viciada, mas adesivo também está bom.
Desde que assisti o anime, fiquei com muita vontade de adentrar melhor nesse universo e confesso que queria muito spin offs da trama. O Tengu já apareceu e eu estou muito feliz (ele é um dos personagens que eu queria muito que tivesse um spin off). Acho a Nanami mais forte no mangá do que o no anime. Lá ela me passava uma aura mais suave e gentil. A mesma coisa com o Tomoe. Não sei, posso estar viajando, mas acho que o anime me passou uma versão mais lapidada deles, aqui não tenho essa impressão. Gostei como as coisas de desenrolaram nesse primeiro volume e já estou com o segundo para ler. Por enquanto essa foi a principal diferença para mim (talvez seja só para mim).
A história gira em torno de Nanami. Ela é estudante e fica completamente desabrigada quando o pai foge das dívidas deixando-a para trás. Caminhado sozinha sem saber o que fazer, ela esbarra na divindade da terra que a transforma em sua sucessora (sem falar isso para ela). É então que uma jornada de aventura sobrenatural começa em sua vida e finalmente ela achou o seu lugar. Apesar dos desafios, fica claro, para mim, que ela encontrou, finalmente, um lugar de pertencinento. Ela não precisa enfrentar nada sozinha.
quarta-feira, 13 de maio de 2026
Abril/2026
Depois de vários hiatos por aqui, estou de volta. Entre um estresse e outro, decidi voltar a fazer algo que gosto muito que é ter meu tempo de leitura e postar no blog.
Acabei muito sobrecarregada, sem vontade de fazer nada e isso foi péssimo para mim. Acho que quando a gente não consegue nem ter tempo de fazer seus próprios hobbies é um sinal de alerta. As vezes eu só estava me arrastando pelos cantos. Essa sensação eu não desejo para ninguém.
Vamos ao que tenho assistido e lido:
Finalmente, eu consegui comprar e ler o volume 1 de diários de uma apotecária. Eu quero muito a light novel (lancem logo pfvr). O volume conta com 4 capítulos e é muito fluído. Eu senti mais identificação com a história em mangá do que no anime. Talvez porque eu goste mais de ler do que assistir (vai saber). Espero logo logo conseguir o volume 2.
Voltei para a leitura de uma dança com o príncipe feerico. Eu não acho que a leitura seja ruim, mas não me identifiquei com os personagens e isso faz com que minha avidez para terminar não chegue. Então, essa vai ser uma leitura bem demorada. Mesmo assim, acho que a história foi melhor construída do que a anterior. Daqui há mil anos volto com a resenha.
Continuo com a leitura de o Jesus que as mulheres viram. É uma leitura que estou fazendo junto com as mulheres da igreja e é ótimo ter esse material focado nas discípulas de Jesus. As vezes a gente deixa passar e nem pensa muito nelas e em sua importância. Cada capítulo me ajuda a ter uma perspectiva mais ampla de coisas que eu tinha ignorado completamente.
Algo que tem me animado muito é que muitos mangás shoujo estão vindo para o Brasil (esse é o meu momento. Alerta falência, alerta falência).
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Bridgerton: 4ª temporada (parte 1)
sábado, 24 de janeiro de 2026
Janeiro/2026
Não li muito. Na verdade tenho lido sem pressa para acabar (ando muito cansada, mentalmente cansada). Como no ano passado, em que comecei a cultivar o hábito de uma leitura mais voltada para a espiritualidade, continuei no mesmo processo lendo livros que me trazem algum tipo de meditação e conhecimento sobre essa área. Só eu sei como eu precisava (e ainda preciso) refletir sobre mim mesma, meu relacionamento com Deus e outras coisas que envolvem essa jornada.
A primeira leitura que eu separei para esse ano foi imitação de Cristo escrita pelo monge Tomás de Kempis. O livro reúne reflexões dele sobre a vida cristã, de como ser um verdadeiro discípulo de Cristo.
Desse livro, eu só li a introdução e uma parte do capítulo 1 até agora e achei bastante interessante porque vai falar, como próprio nome já diz, sobre a perspectiva das mulheres que conheceram Jesus, como essas mulheres enxergavam Jesus.
É um livro que eu vou demorar a ler porque será lido para ser discutido em encontros mensais lá na igreja e eu vou tentar ler nesse ritmo mesmo (tentar). Então não tenho muito o que dizer sobre ele ainda, não tenho uma opinião formada. Esperemos os próximos capítulos (e o próximo resumo do mês hahahaa).
Sobre o que eu assisti em janeiro, eu terminei as duas temporadas de Kamisama kiss disponíveis na netflix. Pena que as ovas não estão lá (nunca pedi nada). Espero logo poder comprar o mangá porque amei a história demais (publica logo, publica logo) e gostaria de ter uma visão mais profunda da mesma.
Eu finalmente comecei a assistir de the chosen no ano passado e continuei em janeiro terminando a quarta temporada. Não tenho coragem de assistir a quinta sem a sexta temporada disponível (por motivos de vai me deixar desesperada). E o que eu tenho a dizer é que me vi completamente fascinada pelo trabalho desenvolvido ali.
The chosen vai acompanhar Jesus, os apóstolos, seus discípulos e discípulas ao longo da jornada de espalhar as boas novas do Reino do Pai. Para mim, tem muitas camadas essa série, mas ver a humanidade de Jesus, que os apóstolos tiveram suas lutas, tiveram que abandonar algo importante para eles é incrível.
Jesus veio para resgatar os feridos, os menosprezados, os oprimidos e a série mostra muito bem isso. Tem vários momentos da série que me marcaram, mas o encontro de Jesus com a samaritana é um dos meus favoritos juntamente com o chamado de Natanael. É uma mulher que ninguém estava nem aí para ela, era menosprezada, machucada e com quem ninguém queria se associar, mas o Messias a viu e a escolheu.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Contos de fadas japoneses - Yei Theodora Ozaki
Em contos de fadas japoneses somos convidados a conhecer histórias por vezes violentas, com muita aventura, outras que geram algum tipo de revolta e outras que para quem cresceu assistindo animes e programas japoneses, vão reconhecer nomes e algumas partes do conto. Eu fiquei muito envolvida durante a leitura.
O único conto que não gostei foi o do príncipe Yamato Take. Ele me irritou profundamente. Achei injusto (sem spoiler) e queria que as coisas tivessem caminhado de forma diferente (Fiquei magoada de verdade).
O da princesa Kaguya (aqui como O cortador de bambu e a criança da lua) me encheu os olhos. Eu só conhecia a versão animada pelo studio Ghibli e apesar de amar, a versão coletada nesse livro me agradou muito mais.
Em suma, os contos nos fazem refletir sobre honestidade, fidelidade, coragem e bondade. É sobre se manter fiel as suas crenças apesar das circunstâncias e mesmo que nem tudo acabe aparentemente bem.





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