segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Hana kimi - Hisaya Nakajo



Uma das primeiras live actions que assisti foi a versão taiwanesa de Hana Kimi, estrelada por Ella, Wu Chun e Jiro Wang. Eu lembro de ter me divertido muito na época. Quando vi que o mangá seria publicado aqui, fiquei com vontade de acompanhar de novo essa história, mas agora no formato que inspirou a série.

O volume 1 conta com onze capítulos e algumas ilustrações coloridas nas primeiras páginas. Junto com ele veio um poster, marcador magnético e adesivoda. Ao todo serão 12 volumes publicados pela editora Panini (espero logo logo ter todos em minhas mãos). a faixa etária indicada pela editora é para maiores de 14.

Nossa protagonista é Mizuki Ashiya e ela resolve fazer o ensino médio no Japão para poder ver seu saltador favorito, Sano, em ação. O problema é que Sano estuda em uma escola só para rapazes e para ficar perto dele ela finge ser um menino. Ela conta com a  ajuda  do médico da escola, Horkuto Umeda. Ele descobriu logo no início o segredo da Mizuki, mas decidiu guardá-lo e ajudá-la. O Sano também descobre o segredo da Mizuki, mas finge não saber. Não lembro quando ela percebe que ele sabe, mas a dinâmica dos dois e do grupo de amigos é um pouco engraçada por causa do segredo.

Eu não lembrava muito da história, mas viva a nostalgia. Tem algumas situações um pouco caricatas e acho que a intenção é puxar mesmo para o lado cômico. Eu gosto muito da construção do personagem Sano. Ele é leal, sério e apesar de parecer distante, isso não querdizer que ele não se importa. A Mizuki é muito inocente e energética. Ela não mede esforços para defender os amigos (principalmente o Sano). Gosto de como ela olha para os outros de forma profunda.

sábado, 18 de julho de 2026

Junho/2026

Como eu falei (em algum momento que eu não lembro) tenho buscado leituras com a temática cristã. Então, nada melhor que começar essa postagem com as aquisições do mês.  Entre mangás e livros religiosos, essa postagem vai ter de tudo um pouco (looool). 

Finalmente vou conseguir terminar perfect world. O penúltimo e último volume foram lançados. Vou ter que reler tudo porque nem lembro onde parei nessa história. Eu lembro que estava zangada por certas escolhas da protagonista.  Provavelmente vou continuar zangada com isso, mas espero que a história termine de uma maneira incrível porque é o desfecho que ela merece. Não sei se vou conseguir ler durante as férias. Entretanto,  espero que consiga ler logo.


Honey lemon soda é um mangá que gostei muito, mas só consegui comprar mais volumes agora e por isso a leitura dele também estava pausada e vou precisar reler, mas lembro que tinha me identificado com a protagonista e logo tinha sido conquistada pelo enredo. 

O volume 19 de Inuyasha foi lançado e agora só faltam 11 para completar (choro sem fim). Eu amo inuyasha demais e finalmente eu tenho a oportunidade de colecionar (meu financeiro não aguenta). 

Eu comprei um lecionario e já comecei a usar. Dia desses no Instagram, apareceu para mim um vídeo sobre o lecionario (quando o algoritmo funciona de verdade em meu favor). Eu simplesmente ignorava que existia algo assim publicado no Brasil.  Lecionario é uma ferramenta devocional que traz oficios diários e leituras bíblicas para cada dia de acordo com o ano litúrgico. Algo que eu queria muito fazer com mais frequência é a lectio divina (um forma de meditação da bíblia), mas eu tinha muita dificuldade em selecionar um trecho biblico para o mesmo e ter algo que seleciona para mim torna bem mais simples. 

Não comprei nenhum romance nem fantasia. Tenho muitos livros do tipo. E sei lá, estou um pouco desanimada com os dois gêneros.  Está difícil encontrar obras que foquem na história e não em cenas de relações íntimas gráficas.

Comecei a ler praticando a presença de Deus do irmão Lawrence. Não tem muito segredo sobre ele.  É um livro sobre a praticar a presença de Deus todos dias.  Ele reúne conversas e cartas do irmão Lawrence. O que eu achei mais digno é que ele nos chama a fazer tudo lembrando que o Senhor está sempre presente (pelo menos foi o que entendi, ainda não terminei). Apesar de ser um livro curto, estou lendo um capítulo por dia.  

Comecei o volume 2 de Meu casamento feliz e em certas coisas eu me acho tão parecida com a Miyo que me chega a doer quando leio mais sobre os sentimentos dela, sua dor... Ainda bem que ela tem o Kudou.

Não consegui assistir diários de uma apotecária e nem Horimya. Tinha começado uma série coreana, mas empaquei no episódio 2. Não estou conseguindo assistir muitas coisas. Vamos ver agora nas férias. 

Voltei a estudar chinês. Vou fazer um intensivo durante o mês de julho. Preciso revisar todo conteúdo de HSK1 e HSK2 porque me inscrevi no HSK3. Eu esqueci muitos ideogramas.  Não consigo ler bem, mas minha escuta é muito boa e consigo assistir séries sem legendas.  Espero que dê tudo certo. 

Esse é o resumo do mês de junho e eu demorei tanto a postar que, com certeza, esqueci de um monte de coisa.

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Kamisama Hajimemashita - Julietta Suzuki


Publicada pela Panini em uma edição 2 em 1. O mangá terá 13 volumes. O primeiro volume veio com dois marcadores de página e um adesivo. Eu queria muito que tivesse vindo com um photocard porque estou viciada, mas adesivo também está bom. 

Desde que assisti o anime,  fiquei com muita vontade de adentrar melhor nesse universo e confesso que queria muito spin offs da trama.  O Tengu já apareceu  e eu estou muito feliz (ele é um dos personagens que eu queria muito que tivesse um spin off).  Acho a Nanami mais forte no mangá do que o no anime. Lá ela me passava uma aura mais suave e gentil. A mesma coisa com o Tomoe.  Não sei, posso estar viajando, mas acho que o anime me passou uma versão mais lapidada deles, aqui não tenho essa impressão.  Gostei como as coisas de desenrolaram nesse primeiro volume e já estou com o segundo para ler. Por enquanto essa foi a principal diferença para mim (talvez seja só para mim).

A história gira em torno de Nanami. Ela é estudante e fica completamente desabrigada quando o pai foge das dívidas deixando-a para trás.  Caminhado sozinha sem saber o que fazer, ela esbarra na divindade da terra que a transforma em sua sucessora (sem falar isso para ela). É então que uma jornada de aventura sobrenatural começa em sua vida e finalmente ela achou o seu lugar. Apesar dos desafios, fica claro, para mim, que ela encontrou, finalmente, um lugar de pertencinento. Ela não precisa enfrentar nada sozinha. 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Abril/2026

Depois de vários hiatos por aqui, estou de volta. Entre um estresse e outro,  decidi voltar a fazer algo que gosto muito que é ter meu tempo de leitura e postar no blog.

Acabei muito sobrecarregada, sem vontade de fazer nada e isso foi péssimo para mim. Acho que quando a gente não consegue nem ter tempo de fazer seus próprios hobbies é um sinal de alerta. As vezes eu só estava me arrastando pelos cantos. Essa sensação eu não desejo para ninguém. 

Vamos ao que tenho assistido e lido:


Finalmente,  eu consegui comprar e ler o volume 1 de diários de uma apotecária. Eu quero muito a light novel (lancem logo pfvr).  O volume conta com 4 capítulos e é muito fluído. Eu senti mais identificação com a história em mangá do que no anime. Talvez porque eu goste mais de ler do que assistir (vai saber). Espero logo logo conseguir o volume 2. 

Agora já em posse do volume 4 de meu casamento feliz, finalmente comecei a ler o mangá.  Sinceramente,  eu senti uma carga muito mais emocional na leitura. Não sei se é porque já faz bastante tempo desde que assisti,  mas a leitura me pegou.  Como pode alguém fazer tanto mal a própria filha? Eu fico me perguntando se a consciência do genitor dela nunca doeu ao permitir tanto sofrimento para Miyo.  Dor demais. Infelizmente, tem muita gente por aí assim. A Miyo espelha a situação de abandono por quem deveria cuidar e amar.  

Voltei para a leitura de uma dança com o príncipe feerico. Eu não acho que a leitura seja ruim, mas não me identifiquei com os personagens e isso faz com que minha avidez para terminar não chegue. Então, essa vai ser uma leitura bem demorada. Mesmo assim, acho que a história foi melhor construída do que a anterior. Daqui há mil anos volto com a resenha. 


Dei continuidade a minha leitura de imitação de Cristo de Tomás de Kempis. Como estou fazendo uma leitura devocional, lendo um capítulo por dia,  levou bastante tempo para terminar e mesmo faltando ainda alguns poucos capítulos já sinto falta demais.  É um livro incrível sobre a fé cristã e vida com Cristo e acho que vale muito para quem está buscando refletir sobre seu relacionamento com Deus. 



Continuo com a leitura de o Jesus que as mulheres viram. É uma leitura que estou fazendo junto com as mulheres da igreja e é ótimo ter esse material focado nas discípulas de Jesus. As vezes a gente deixa passar e nem pensa muito nelas e em sua importância. Cada capítulo me ajuda a ter uma perspectiva mais ampla de coisas que eu tinha ignorado completamente. 

Algo que tem me animado muito é que muitos mangás shoujo estão vindo para o Brasil (esse é o meu momento. Alerta falência,  alerta falência). 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Bridgerton: 4ª temporada (parte 1)


Mais uma vez, eu me peguei na dúvida entre fazer uma postagem só quando a segunda parte estivesse disponível ou de fazer duas. Enfim, eis me aqui (e é isso). Vai ter spoiler, então volte aqui apenas quando tiver assistido tudo.

Como eu já disse anteriormente,  caro leitor,  o livro do Benê (para os íntimos) não é um dos meus favoritos e por isso não reli antes da temporada.  Não vou fazer muitas comparações porque não lembro de detalhes.  Faz muito tempo desde que li.

Dos irmãos Bridgerton, na série,  Benê é  o que melhor foi construído na skin libertino (ouso dizer que no geral foi o personagem que foi melhor desenvolvido). E isso me pegou um pouco porque apesar de não ser meu favorito, a minha imagem dele era um pouco diferente da apresentada. Entretanto,  não é algo me perturbe.  

Agora se você me perguntar o que realmente me perturba é a possível despedida da lady Danbury que me deixou de coração na mão e eu fiquei como a rainha quando ela disse não (nada de ir para lugar nenhum sos). Sinceramente,  lady D é a alma do negócio,  não dá para ela sair.  Ninguém nem deveria levantar essa ideia. Eu não consigo imaginar Bridgerton sem a Lady Danbury.

Se na temporada passada eu reclamei da falta de cenas polin fofas, as interações do casal principal durante essa foram bem acertadas (pelo menos nessa primeira parte). As cenas de Sophie e Benê no meu chalé foram ótimas. Quase uma lua de mel. Inclusive, por mim, teriam é ficado por lá mesmo. E falando nisso...

Fazer o Benedict ter uma péssima pronúncia de francês quando na primeira ou na segunda temporada ele falava com uma pronúncia perfeita Madame Delacroix me deixou pensativa, mas amei a cena de qualquer forma.  

O que me deixa realmente zangada sobre a história da Sophie é que o lorde Penwood não deixou ninguém responsável para vigiar o bem estar da Sophie. Ele poderia ter escolhido uma madrinha e padrinho para ela, pessoas de confiança com quem ela pudesse contar após a morte dele.  Ela ficou abandonada a própria sorte.  Era visível que a Araminta não gostava dela e que obviamente não iria cuidar dela.  A única possibilidade era fazer com que os cuidados dela fossem monitorados ou entregues a outras pessoas.  Eu odeio isso.  Ele deveria ter protegido melhor sua única filha já que resolveu levá-la para morar com ele. Porém, o desleixo dele pela filha não é algo que a informação "deixou herança, um dote para ela" me apazigue porque ele deveria ter se assegurado de que chegaria nas mãos dela. Isso é algo que me incomoda no livro e na série e eu sei que é pela construção do enredo, mas não seria eu se não ficasse com raiva de alguém que nem existe (risos).
 
Posy é uma fofa. Pelo menos alguém naquela família tinha que prestar. Pena que ela não teve tantas cenas e estou com muito medo do drama que virá porque quem leu sabe do que estou falando e já estou irritada antes de acontecer. Espero que seja bem rápido inclusive.

Eu não estava esperando nada, sem muitas expectativas, mas achei a primeira parte incrível. Salvo algumas modificações, foi bem fiel ao enredo do livro do Benê. Agora é esperar o felizes para sempre na segunda parte.

sábado, 24 de janeiro de 2026

Janeiro/2026

Não li muito. Na verdade tenho lido sem pressa para acabar (ando muito cansada, mentalmente cansada). Como no ano passado, em que comecei a cultivar o hábito de uma leitura mais voltada para a espiritualidade, continuei no mesmo processo lendo livros que me trazem algum tipo de meditação e conhecimento sobre essa área. Só eu sei como eu precisava (e ainda preciso) refletir sobre mim mesma, meu relacionamento com Deus e outras coisas que envolvem essa jornada. 

A primeira leitura que eu separei para esse ano foi imitação de Cristo escrita pelo monge Tomás de Kempis. O livro reúne reflexões dele sobre a vida cristã, de como ser um verdadeiro discípulo de Cristo. 

 
Não é um livro que eu vá terminar tão cedo porque decidi ler um capítulo por dia para refletir cada ponto levantado pelo autor. É um volume dividido em quatro livros cujos temas são: pensamentos úteis na vida da alma; vida interior; consolação interna; e um convite à santa comunhão.   

A busca por ser mais parecido com Cristo seguindo exemplo dos santos vai ser minha fiel companheira durante a leitura desse livro. Eu nunca tinha lido nada escrito por Tomas de Kempis e não sei se ele tem outros escritos, mas pretendo pesquisar após a leitura porque gostei bastante. Alguns termos traduzidos me geram dúvidas, mas tentando entender dentro do contexto tenho conseguido entender.

Desse livro, eu só li a introdução e uma parte do capítulo 1 até agora e achei bastante interessante porque vai falar,  como próprio nome já diz,  sobre a perspectiva das mulheres que conheceram Jesus, como essas mulheres enxergavam Jesus. 

É um livro que eu vou demorar a ler porque será lido para ser discutido em encontros mensais lá na igreja e eu vou tentar ler nesse ritmo mesmo (tentar). Então não tenho muito o que dizer sobre ele ainda, não tenho uma opinião formada. Esperemos os próximos capítulos (e o próximo resumo do mês hahahaa).

Sobre o que eu assisti em janeiro,  eu terminei as duas temporadas de Kamisama kiss disponíveis na netflix. Pena que as ovas não estão lá (nunca pedi nada).  Espero logo poder comprar o mangá porque amei a história demais (publica logo, publica logo) e gostaria de ter uma visão mais profunda da mesma. 

Nanami é uma garota comum até que um dia, completamente abandonada por seu pai e sem ter para onde ir, ela encontra Mikage. Com promessas de um lugar para viver, ele a transforma em divindade da terra. E assim, sem entender muito bem, ela passa a viver em um templo junto com espiritos e Tomoe. 

Tomoe é um ayakashi. Ele se tornou mensageiro divino no tempo em que Mikage era o deus do templo e o primeiro encontro dele com Nanami  foi caótico. Eu acho que gostei mais da primeira temporada do que da segunda num geral, mas meus episódios favoritos estão na segunda. Eles se passam no monte Kurama, lar dos tengus.

Eu queria spin off sobre o Kurama (aquele tengu roubou meu coração) e kirihito (akura). Para mim, faria super sentido eles ganharem um mangá para chamar deles e teria muito potencial (se existe algum spin off e eu não sei, me avise nos comentários please). 

Eu finalmente comecei a assistir de the chosen  no ano passado e continuei em janeiro terminando a quarta temporada. Não tenho coragem de assistir a quinta sem a sexta temporada disponível (por motivos de vai me deixar desesperada).  E o que eu tenho a dizer é que me vi completamente fascinada pelo trabalho desenvolvido ali. 

The chosen vai acompanhar Jesus, os apóstolos, seus discípulos e discípulas ao longo da jornada de espalhar as boas novas do Reino do Pai. Para mim,  tem muitas camadas essa série,  mas ver a humanidade de Jesus, que os apóstolos tiveram suas lutas,  tiveram que abandonar algo importante para eles é incrível. 

Jesus veio para resgatar os feridos, os menosprezados, os oprimidos e a série mostra muito bem isso. Tem vários momentos da série que me marcaram, mas o encontro de Jesus com a samaritana é um dos meus favoritos juntamente com o chamado de Natanael. É uma mulher que ninguém estava nem aí para ela, era menosprezada, machucada e com quem ninguém queria se associar, mas o Messias a viu e a escolheu.

Eu apelidei de flor cheirosa porque é mais fácil de lembrar e de pronunciar.  O que eu mais gosto nesse anime (não terminei ainda de assistir) é a amizade que se constrói e as que já existem entre os personagens em seus núcleos.  Eu gosto muito desse tipo de história e já fui pega logo de cara. O Rintaro é um fofo e eu não consigo aceitar que achem que ele tem cara de malvado (não é possível). Comprei o mangá também e estou apaixonada pela história. Espero que todos sejam felizes para sempre (sempreeeeeeeee). 

O mês ainda não acabou (eu sei, eu sei, essa postagem está adiantada) e eu ainda planejo ler os mangás que comprei como o homem de gelo, casamento feliz e honey lemon soda. Também vem aí a quarta temporada de Bridgerton. Dessa vez não vai ter postagem sobre o livro com minhas teorias do que pode rolar na série (nunca acertei nada) porque não gosto muito desse livro. Aí não peguei para ler de novo, mas provavelmente eu devo postar sobre a temporada. 
 
Espero que esse ano eu consiga atualizar mais o blog e também ler as postagens dos blogs que gosto com frequência. Ano passado foi caótico e fiquei completamente sem energia para as coisas que eu gosto. Era muita coisa para fazer e nenhum elfo para me ajudar.
 
E o que vocês estão lendo e/ou assistindo? 


segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Contos de fadas japoneses - Yei Theodora Ozaki

Publicado pela editora Novo século, o livro reúne 22 contos.  Não escondo de ninguém que amo contos de fadas. Não é a toa que minha monografia foi sobre eles, em específico Cinderela (minha princesa favorita). Então, tenho me dedicado a comprar coletâneas de contos de diferentes países. Não sei vocês,  mas contos de fadas e  contos populares sempre me deixam com um gosto de quero mais.  Sempre quero ler tudo.

Em contos de fadas japoneses somos convidados a conhecer histórias por vezes violentas, com muita aventura, outras que geram algum tipo de revolta e outras que para quem cresceu assistindo animes e programas japoneses, vão reconhecer nomes e algumas partes do conto.  Eu fiquei muito envolvida durante a leitura. 

O único conto que não gostei foi o do príncipe Yamato Take. Ele me irritou profundamente. Achei injusto (sem spoiler) e queria que as coisas tivessem caminhado de forma diferente (Fiquei magoada de verdade). 

O da princesa Kaguya (aqui como O cortador de bambu e a criança da lua) me encheu os olhos. Eu só conhecia a versão animada pelo studio Ghibli e apesar de amar, a versão coletada nesse livro me agradou muito mais. 

Em suma,  os contos nos fazem refletir sobre honestidade,  fidelidade, coragem e bondade. É sobre se manter fiel as suas crenças apesar das circunstâncias e mesmo que nem tudo acabe aparentemente bem.