quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Bridgerton: 4ª temporada (parte 1)


Mais uma vez, eu me peguei na dúvida entre fazer uma postagem só quando a segunda parte estivesse disponível ou de fazer duas. Enfim, eis me aqui (e é isso). Vai ter spoiler, então volte aqui apenas quando tiver assistido tudo.

Como eu já disse anteriormente,  caro leitor,  o livro do Benê (para os íntimos) não é um dos meus favoritos e por isso não reli antes da temporada.  Não vou fazer muitas comparações porque não lembro de detalhes.  Faz muito tempo desde que li.

Dos irmãos Bridgerton, na série,  Benê é  o que melhor foi construído na skin libertino (ouso dizer que no geral foi o personagem que foi melhor desenvolvido). E isso me pegou um pouco porque apesar de não ser meu favorito, a minha imagem dele era um pouco diferente da apresentada. Entretanto,  não é algo me perturbe.  

Agora se você me perguntar o que realmente me perturba é a possível despedida da lady Danbury que me deixou de coração na mão e eu fiquei como a rainha quando ela disse não (nada de ir para lugar nenhum sos). Sinceramente,  lady D é a alma do negócio,  não dá para ela sair.  Ninguém nem deveria levantar essa ideia. Eu não consigo imaginar Bridgerton sem a Lady Danbury.

Se na temporada passada eu reclamei da falta de cenas polin fofas, as interações do casal principal durante essa foram bem acertadas (pelo menos nessa primeira parte). As cenas de Sophie e Benê no meu chalé foram ótimas. Quase uma lua de mel. Inclusive, por mim, teriam é ficado por lá mesmo. E falando nisso...

Fazer o Benedict ter uma péssima pronúncia de francês quando na primeira ou na segunda temporada ele falava com uma pronúncia perfeita Madame Delacroix me deixou pensativa, mas amei a cena de qualquer forma.  

O que me deixa realmente zangada sobre a história da Sophie é que o lorde Penwood não deixou ninguém responsável para vigiar o bem estar da Sophie. Ele poderia ter escolhido uma madrinha e padrinho para ela, pessoas de confiança com quem ela pudesse contar após a morte dele.  Ela ficou abandonada a própria sorte.  Era visível que a Araminta não gostava dela e que obviamente não iria cuidar dela.  A única possibilidade era fazer com que os cuidados dela fossem monitorados ou entregues a outras pessoas.  Eu odeio isso.  Ele deveria ter protegido melhor sua única filha já que resolveu levá-la para morar com ele. Porém, o desleixo dele pela filha não é algo que a informação "deixou herança, um dote para ela" me apazigue porque ele deveria ter se assegurado de que chegaria nas mãos dela. Isso é algo que me incomoda no livro e na série e eu sei que é pela construção do enredo, mas não seria eu se não ficasse com raiva de alguém que nem existe (risos).
 
Posy é uma fofa. Pelo menos alguém naquela família tinha que prestar. Pena que ela não teve tantas cenas e estou com muito medo do drama que virá porque quem leu sabe do que estou falando e já estou irritada antes de acontecer. Espero que seja bem rápido inclusive.

Eu não estava esperando nada, sem muitas expectativas, mas achei a primeira parte incrível. Salvo algumas modificações, foi bem fiel ao enredo do livro do Benê. Agora é esperar o felizes para sempre na segunda parte.