Barbie é um filme que eu estava esperando muito e que veio no meu mês favorito (alô alô aniversariantes). Não me decepcionou (Barbie nunca me decepciona). Eu gostei muito mesmo do filme, apesar de esperar que certas coisas se desenrolreassem de forma diferente, foi perfeito e queria ver mais umas 300 vezes.
Barbie vive em seu mundo cor de rosa com suas amigas Barbies, os Kens, um Allan e uma Midge grávida (Skipper foi mencionada, mas não vimos nem a sombra). Porém coisas estranhas começam a acontecer: a água ficou gelada, ela não consegue mais descer de sua casa dos sonhos sem cair e seus pés tocam o chão. Ir ao mundo real é sua única chance de consertar o que quer que esteja dando errado. É ai que aventura dela começa.
Ah, a nostalgia de ver versões da Barbie que eu queria (e cachorro), de relembrar as brincadeiras na tela do cinema não teve preço. Saí de lá e tive que procurar meu antigo álbum da Barbie para olhar.
A relação de menina e sua Barbie é explorada no enredo. A Barbie pode ser a melhor amiga e a quem damos status de humanidade. Eu mesma conversava com as minhas e imaginava histórias e aventuras muito nossas. E isso é bem representado no filme, no elo que liga a Barbie e a pessoa que estava brincando com ela.
A única coisa que ficou um pouco solta foi os personagens Allan e Midge. Eu acho que perderam a oportunidade de vincular Allan e Midge. Ela pareceu enfeite para fazer a piada da boneca descontinuada, mas Midge é amiga da Barbie e teve um set de casamento vendido no qual vinha ela, Allan , o Ken e a Barbie (e uns dois bonequinhos que eu não lembro o nome). Achei que teria essa relação de alguma forma exibida, mas os dois pareciam estranhos (Allan, você abandonou seu filho???).
O lema da Barbie é seja tudo que você quiser ser e isso é retratado de diversas formas no filme com as várias versões da boneca com diferentes profissões e também na escolha dela no final. Barbie foi muito mais do que um brinquedo, ela se tornou amiga e inspirou sonhos. Barbie transcendeu. Ela realmente saiu de Barbieland para o mundo real e por isso para mim faz todo o sentido o final.
Nunca se está velho demais para gostar de Barbie e ela sempre vai fazer parte das memórias mais queridas de quem se inspirou nela (vamos Mattel, relança o cachorro e as Barbies antigas).
O sucesso do filme abre caminho para outros sobre a boneca mais querida do mundo e de fato espero que venham mais (vamos de Barbieverso, mattel?)
