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sexta-feira, 4 de julho de 2025

Guerreiras do kpop



Atenção, atenção! Alerta: caçadoras de demônios idols. Rumi, Mira e Zoey são as Huntrix, grupo idol coreano, mas também são caçadoras de demônios. Elas são responsáveis por criar uma barreira que mantém o mundo dos humanos protegido do dos demônios. O grande problema é quando o lado dos demônios resolve contra atacar lançando um grupo masculino chamado Saja boys com objetivo de interferir na criação da barreira e capturar a alma dos fãs. Uma briga por almas e proteção do mundo como é conhecido começa. 
 
As Huntrix são muito unidas, pensam em uma na outra como família. A Rumi tem um segredo e por causa dele, ela evita muitas situações porque ela tem medo da Zoey e Mira não gostarem mais dela depois que descobrissem. Entendo o desejo dela de guardar o segredo porque as meninas são muito importantes para ela, são família e ela não quer perdê-las, mas ao mesmo tempo essa falta de confiança no relacionamento entre elas é meio triste. 
 
Os Saja boys são formados por Jinu, Mystery, Baby, Abby e Romance. Eles surgem do nada em uma apresentação de rua com sua música Soda pop. Desde o começo já sabemos que são demônios e qual o objetivo do debut deles no mundo dos vivos, mas só do Jinu que a gente sabe o porquê dele fazer parte do grupo. Por ser filme, focaram só no Jinu (o que eu acho uma pena). Seria legal conhecer um pouco mais dos outros Saja Boys. Queria ver a cara do Mystery (pronto, falei, tô leve). Também queria que tivessem desenvolvido mais o relacionamento das outras Huntrix com os Saja boys (mas, de novo, em um filme só, acho que é algo difícil). 
 
O que eu tenho a dizer? Amei o filme, queria outro e já estou pronta (balança a lightstick). Além das músicas que ficaram muito boas, o enredo do filme me levou a ter uma curiosidade muito grande sobre os pais da Rumi. Como eles se conheceram e mantiveram uma relação sem as outras caçadoras saberem? E o que aconteceu com eles? Por mim, já deveria ter um spin off amanhã sobre isso (já podem começar o projeto!).

sábado, 7 de setembro de 2024

Dashing home for christmas


Como nunca é cedo demais para o natal (alô, alô setembro), minha versão jingle bells está on e assistindo filmes de comédia romântica natalina, já vamos de postagens com filmes que se passam durante a época mais emocionante do ano (minha opinião).

Hoje eu trago a história de Emily e Simon. Emily está tentando voltar para casa dos pais para celebrar o Natal em família, mas todo tipo de transtorno acontece no caminho.  Ela acaba pegando carona com um estranho atencioso,  Simon, até o aeroporto. Enquanto Emily está super concentrada em trabalho etc, Simon que é super amigável,  tenta puxar assunto (mas ele tá sendo super ignorado).

Para completar, o avião é forçado a parar por causa do tempo. Ela descobre que perdeu a carteira e por isso não tem como fazer check in em nenhum hotel. E vocês imaginam o que? Mais uma vez Simon surge para salvá-la de uma noite no relento. Eles são obrigados a dividir o quarto e só tem uma cama.  A cereja do bolo é que na manhã seguinte, ainda por causa do tempo, nenhum avião pode levantar vôo. Dessa forma, acabam fazendo o resto da viagem de carro juntos (porque alguém perdeu a carteira e nem alugar um carro pode).

O percurso até a casa de Emily é cheio de dificuldades (como ficou bem claro acima),  mas por causa de cada um dos problemas eles podem passar um tempo de qualidade juntos,  se conhecendo.  Tem a dinâmica raio de sol vs rabugenta ( e eu amo isso). Emily é completamente rabugenta e sinceramente as vezes bem mal educada. Já Simon é muito prestativo, comunicativo e doce.

Achei um bom filme para começar a maratona de filmes natalinos,  nada novo,  é o clichê de uma dificuldade que aproxima os protagonistas (no casa um monte de dificuldades), mas ainda assim um filme leve com romance simples com gosto de Natal.  Já começaram a assistir filmes natalinos?

domingo, 2 de junho de 2024

Minha querida oni


Hiragi é um jovem tímido e reprime o que sente. Ele sinceramente se esforça para ajudar os outros,  mas acabam se aproveitando de sua gentileza e dificuldade de dizer não.  Incapaz de colocar para fora o que sente,  ele começa a expelir mini onis e dessa forma logo ele também se tornará um oni.

Um dia ele encontra uma garota oni, Tsumugi, precisando de ajuda e os dois se tornam amigos.  Ela procura sua mãe e ele decide ir com ela em sua busca. No caminho a amizade entre eles se fortalece e ele tem a possibilidade de se encontrar. 

Hiragi é bom em ajudar o próximo, ele gosta mesmo disso e esse não é o problema. A grande questão é que ele não se impõe e por isso outras pessoas se aproveitam de sua generosidade. Não vejo como crítica a essa característica dele, ajudar é muito bom, mas as vezes ajudar também é dizer não. 

Esse filme é lindo e pretendo rever várias vezes.  É impossível não se identificar com Hiragi. Muitas vezes nos vemos forçados a fazer algo porque não temos coragem de dizer não,  de revelar nossos sentimentos por medo de ser abandonado pelo outro. A jornada que no começo parece ter objetivo de encontrar a mãe de Tsumugi, se torna uma jornada para encontrar a si mesmo.  Gostei também do paralelo dele expelir mini onis pela pele, toda vez que estava reprimindo seus sentimentos, dá essa ideia de como ficar guardando as coisas só para si pode mudar você e seus relacionamentos.

segunda-feira, 8 de abril de 2024

Suzume

 


Era um filme que eu queria muito ter assistido no cinema, mas acabei não conseguindo e agora finalmente tive a oportunidade porque ele chegou ao catálogo da netflix. 

Suzume é uma jovem comum que vive com a tia porque sua mãe faleceu. Um dia ela vê um rapaz lindo (lindo até demais,  me lembrou o Howl do castelo animado e por um momento achei que era um fantasma), Souta. Ele procura por ruínas e sem conseguir tirá-lo da cabeça, ela vai atrás dele.

É aí que ela encontra uma porta para outro mundo,  mas que parece não conseguir atravessar.  Porém coisas estranhas começam acontecer,  coisas que só Suzume consegue ver e precisa voltar para encarar a porta da qual emerge uma estranha energia. A porta precisa ser fechada. O totem que selava a porta, foi removido por Suzume que não sabia sua importância.  O totem, um gato falante chamado Daijin, transformou o Souta em uma cadeirinha e criou uma confusão.  Agora Suzume precisa ajudar Souta a deixar de ser uma cadeirinha (hahahahah) e selar a porta para que o Japão não seja destruído. 

Eu gostei muito da personalidade da Suzume, em como ela não tem medo e se joga nessa aventura para proteger a vida de todos mesmo se colocando em várias situações de risco. Por causa dessa missão, vemos a construção de novos laços. A vida dela parecia bastante estagnada, mas ao sair do lugar onde ela estava, Suzume tem a oportunidade de encontrar pessoas e de se reencontrar. O luto faz muitas vezes isso com a gente. Ele nos deixa estacionados no mesmo lugar. Em diferentes momentos do filme, vemos a cena da personagem principal chamando pela mãe que havia falecido. Ela estava presa naquele lugar, naquele momento. Com ela aprendemos que é preciso ter coragem e que só nós mesmos podemos dar o primeiro passo.

Daijin, o gato fujão, partiu meu coração e a cadeirinha correndo atrás dele foi algo que me quebrou várias vezes (isso é tudo que vou dizer). É um filme com enredo profundo e que gostaria de ter assistido no cinema (não me canso de dizer isso).

domingo, 10 de março de 2024

Donzela


Salvar a donzela em perigo? hoje não, o conto de fadas está diferente. O pai de Elodie vê em uma proposta de casamento oferecida por um reino distante uma forma de salvar seu povo. Entretanto, nada é o que parece. O casamento virou enterro. Elodie não seria noiva, seria um sacrifício ao dragão da caverna e ela só descobre isso quando é jogada do precipício. Em uma corrida contra o tempo, ela só tem ela mesma para se salvar.

Ao chegar no reino de seu noivo, Elodie e sua família ficam encantados com a fartura e em como a vida seria melhor com o enlace. Após uma reunião para acertar os detalhes, o pai de Elodie tem uma mudança de comportamento.  Gerando preocupação na madrasta de Elodie.

Ao contrário dos contos de fadas antigos em que madrastas são, na maioria das vezes, vilãs, aqui a madrasta mais do que o pai mostra sua preocupação e cuidado com Elodie quando sente que tem algo estranho sobre o casamento por causa da forma como a família real age.  Inclusive ela diz que a há tempo de desistir.  Infelizmente, sua preocupação não é levada a sério.

Elodie é uma jovem espirituosa, inteligente e que sonha em viajar pelo mundo. Ela aceita com resignação o casamento arranjado por causa da situação de seu reino. Acho que em certo momento, ela acredita que o príncipe Henry pode ser um bom companheiro e que podem até mesmo realizar juntos sonho de viajar pelo mundo.

Sobre o príncipe Henry (a fraude) não tem muito o que dizer, não há informações muito profundas sobre ele. Apesar de mostrar sinais de consciência, ele não faz nada para mudar o que está acontecendo. O bem não pode se calar diante do mal. O pior ato de covardia é ficar em silêncio diante de algo ruim acontecendo. Ele permitiu a perpetuação do mal tomando parte ao lado da família dele.

Um reino cruel que sacrifica jovens pelos seus próprios desejos egoístas. Usando casamento como subterfúgio para atraí-las a um sacrifício vivo. A família real foi tão baixa que podemos chamá-los de subterrâneos, se mantendo vivos enquanto sacrificam as filhas dos outros. Quando a verdade vem e a gente descobre o que está acontecendo é assim NOSSAAAAAA (se você já estava com raiva, só piora).

Acabou exatamente como deveria. Quem estava errado teve toda chance de fazer o que era certo. Não fizeram porque não quiseram. Achei o filme genial, mas gostaria que tivessem desenvolvido melhor o final, demonstrando como ela ficou após o retorno para seu reino.

domingo, 4 de fevereiro de 2024

Quando encontrei você

Finley é violinista, não passou na audição que pretendia e por isso vai fazer um intercâmbio durante um semestre na Irlanda.  No caminho ela conhece um ator, Beckett Rush. Ela logo o julga como um cafajeste pelas notícias das revistas (só escândalo de traição e relacionamento turbulento). 

Coincidências da vida (queeeee) ele está hospedado no hotel da host family dela (olha o amor florescendo). Os dois têm chances de se conhecer melhor por causa disso e ele de provar o ponto de nem tudo que parece é. Ele tava atrás dela o tempo todo e bem na vibe de me ajuda com as minhas falas e serei seu guia turístico (aquela chance em um milhão de um ator famoso ter um crush em você).

Particularmente,  fiquei animada quando a primeira vez que eles se encontraram o Beckett irritou a Finley e foi chamado de arrogante (uma parte de mim disse vai lá briga).  Primeiros encontros bem divertidos e caóticos é disso que gostamos (risos).  Além do mais, tem Irlanda, uma viagem que eu com certeza gostaria de fazer algum dia desses.

Eu gostei do filme. Achei bem leve com uma pitada de drama vinda de uma história paralela aos protagonistas. Também gostei do desenvolvimento deles como casal e de seus enredos individuais. Só não vou comentar para não fazer spoiler (se eu começar a falar, conto tudo haha). 

domingo, 17 de dezembro de 2023

Christmas on 5th avenue

 


Baseado no livro da Sarah Morgan intitulado Milagre na 5ª avenida. Vai contar a história de Eva, uma mulher que adora o natal e que ao ser contratada por Mitzy, sua amiga, para decorar o apartamento do filho dela com objetivo de  surpreendê-lo, mas quem acaba surpresa é Eva ao encontrar Lucas entocado em casa fingindo ter viajado.

Ora ora, aqui estamos nós de novo com filme natalino (que grande surpresa). Quem acompanha o blog, sabe que eu amo os livros da Sarah Morgan e histórias ambientadas no natal. Essa autora consegue construir os personagens masculinos mais gracinhas e por isso, esse era um dos filmes que mais queria assistir (apesar de não ser meu livro favorito da série Para Nova York com amor).

Das diferenças entre o livro e o filme, a que não gostei muito foi o fato de terem mudado o background da Eva. No livro, ela foi criada pela avó e a morte da senhorinha teve um impacto muito grande nela. Acho seguro dizer que a aproximação da Eva com a Mitzy, avó do Lucas, foi em parte por causa disso. Apesar de no filme Mitzy e ela serem amigas, tirou esse fator da avó.

Aqui Mitzy é mãe do Lucas e ela é fundamental para aproximação dos dois assim como no livro, afinal de contas é ela que contrata a Eva para decorar a casa do Lucas. Vou ser sincera e dizer eu amo o natal, mas achei bastante invasivo contratar alguém para decorar a casa de outra pessoa (por mais grau de parentesco que tenham) e sendo que essa pessoa não gosta do natal.

Lucas é um autor famoso, mas que está enfrentando um bloqueio criativo. Ele se enclasurou em casa para tentar escrever e fingiu que viajou para todos os seus conhecidos (genial). O que ele não contava era que a mãe ia mandar uma completa estranha para ficar na casa dele e enfeitar tudo. 

Eva é uma jovem energética e que ama o natal (já disse isso?). Ela tem uma empresa junto com a melhor amiga, Paige. Ela é muito fofa e eu gosto do tom que a atriz deu a personagem. Eva nunca foi minha personagem favorita das três amigas, mas no filme, gostei mais dela. No livro tem outra amiga que faz parte da empresa e infelizmente ela não aparece aqui (inclusive minha personagem favorita).

Não é o primeiro livro da Sarah a ser adaptado como filme e eu gostaria muito que outros da série fossem (principalmente o da Frankie). É um filme bem levinho e simples sem maiores dramas ou dor de cabeça.

domingo, 10 de dezembro de 2023

Nosso amigo extraordinário

 


Fazendo um breve intervalo na minha maratona de filmes que se passam no natal, venho aqui falar dessa maravilha que cativou meu coração.

O que você faria se um OVNI caísse no seu quintal?

Milton vive sozinho e começa a dar sinais de Alzheimer. Quando ele fala de uma nave especial e um alien em sua casa, ninguém o leva a sério e acreditam que ele precisa de ajuda. Nem a própria filha acredita nele. Por essa razão, apesar do alienígena não falar nenhuma palavra, existe uma amizade crescendo entre eles conforme os dias passam.

Duas outras idosas que participam da reunião para discutir assuntos da cidade,  Sandy e Joyce descobrem o segredo de Milton e também se apegam ao extraterrestre. Juntos, eles começam a proteger o alien a quem Sandy chama de Jules. Cada um deles tem sua história de solidão e as compartilham com Jules. Além de ouvi-los, ele passa conforto e entendimento.

O filme é lindo e sinceramente,  não sei porque demorei tanto a assistir. É bonito e triste. As vezes tudo que se precisa é ser ouvido, ter a atenção de alguém,  cuidar de alguém e eles encontraram isso no amigo do espaço. Eles se sentiram parte de algo. Eles se sentiram importantes. Eles se sentiram úteis.

Já assistiram? Se você conhece algum filme com a mesma pegada, deixa a indicação aqui embaixo (por favorzinhooo).

domingo, 3 de dezembro de 2023

Mistletoe connection

 


E sim completamente na minha versão natalina, venho aqui com mais um filme. Perdão pelo transtorno.

Nesse filme o homem, Mark, é apaixonado pelo Natal e inclusive sai de um relacionamento ao perceber que a outra pessoa não curte o feriado. O amigo dele julgando muito quando escuta isso e eu também (grande motivo para terminar com alguém, só que não).  Até que um fatídico encontro no ônibus com uma mulher vestida de duende do papai noel, Kate, e emanando toda a gentileza do feriado chamam a atenção e boom não sai da cabeça dele. Amor a primeira vista  (amigo e eu julgando de novo). Inclusive ele usa site de relacionamento para tentar achá-la. Ele tinha um brinco perdido da musa natalina e um sonho.

Já nosso duende, quer dizer Kate , tá na vibe trabalho e precisa resolver os problemas etc e nem pensa nele hahaha. O que é mais importante para Kate é salvar sua loja.

O amigo dele resolve colocar um cartaz procurando por ela (Risos) e nem preciso dizer que é um pouco constrangedor descobrir um cartaz sobre você rolando por aí e o pior para ela (e ele talvez) é que a empresa dele trabalha para responsável em remodelar a área em que a loja dela é localizada e ruins já que para área de remodelada, estão pensando em demolir a loja. 

Caos.

Em vez de preocupada só com romance etc, ela tá preocupada em manter a loja dela aberta e procurando ajuda para isso. Ela tem suas prioridades e acho um traço bacana na protagonista (além de não ser ela a pessoa que se apaixona primeiro). Para mim, o ponto alto foi amigo do protagonista. Ri demais da sinceridade dele e da tentativa de achar a protagonista.


domingo, 26 de novembro de 2023

A merry scottish christmas

 


Continuando com minha saga natalina, venho aqui falar sobre mais um filme nessa temática. E o que posso dizer sobre ele: Eu amei tudo que envolve essa história. O enredo é sobre família e de bônus tem o romance. 

Imagina que você e seu irmão descubram que na verdade sua mãe pertence a uma família nobre escocesa. Uma duquesa com Castelo e tudo do nada porque é isso que aconteceu aqui. Lindsay e Brad viajam para Escócia para encontrar a mãe no intuito de se reunir para o Natal, mas acabam descobrindo o passado da mãe e o legado deixado para trás. 

Os dois haviam se afastado por causa de trabalho e estudos e raramente se viam. Essa viagem também foi uma forma de se reconciliar e se reaproximar de suas raízes tanto para eles quanto para mãe deles. 

Com conversas emocionantes, os irmãos podem se reconciliar depois de estar afastados por tanto tempo. Além de um lugar que clama por eles.

Muito mais do que o romance, mostra como uma pequena coisa pode virar uma bola de neve se deixarmos passar.  Nenhum dos irmãos teve atitude tóxica com outro e fez algo terrível (não é essa falsa ideia de que o amor tem que perdoar o imperdoável tá?), mas eles deixaram a sobrecarga da vida os afastar. Sinceramente, como já vi muitos romances, o fato desse ser mais focado na relação dos irmãos, me fez gostar muito mais dele e ficou na listinha de favoritos sim. Agora se você só procura uma comédia romântica, esse não será o filme para você.

domingo, 12 de novembro de 2023

Christmas in Vienna


Jess é uma grande violinista e tem uma apresentação em Viena,  mas ela planeja que essa seja sua despedida dos palcos porque não se sente mais apaixonada e motivada pelo trabalho. Ela aproveita para encontrar sua amiga,  Tori, que vive lá.  Durante sua estadia, ela conhece, Mark, primo da Tori. O primeiro encontro dos dois é legal, segundo bem estranho.

Obviamente ela não sabe que é o primo da Tori até o terceiro encontro quando a amiga pede para Jess ajudar a tomar conta dos filhos do primo viúvo enquanto ela resolve algo relacionado ao seu  trabalho e que surpresa, os filhos do cara que aparentemente a rejeitou (que beleza, que maravilha).

Tomar conta dos filhos do Mark é algo divertido e eles criam um vínculo de amizade. Além disso, após o encontro estranho com Mark, a dinâmica familiar também possibilita que eles conversem e se conheçam melhor.

Os protagonistas passaram boa parte da trama conversando, mas não de forma superficial e isso ajudou a conhecê-los melhor e ver o relacionamento se aprofundar. Não teria como acreditar se ficasse no tipo de diálogo de quando se esbarraram pela primeira vez (Jess do segundo encontro foi um pouco difícil de entender o senso de humor). Eu particularmente gostei muito como se desenrolou a trama e como foram se conhecendo.

Gosto que o Mark tenha ficado com pé atrás em começar um relacionamento com a Jess por medo dos filhos se apegarem e ela partir (já que ela mora nos EUA e seria outra perda para eles e ele também). Acho importante ele ter priorizado os filhos nessa questão. Posso dizer sem sombra de dúvida que entrou para listinha de favoritos desse ano.

domingo, 29 de outubro de 2023

Twas the text before christmas


Natal está chegando e os trabalhos já começaram fortes aqui. Por isso, hoje, trago mais una indicação do meu tipo de filme favorito: comédia romântica natalina. Eu acho esses filmes extremamente charmosos por ter gentileza, sensibilidade e o clima de natal (minha época favorita do ano).

Vamos lá

Addie terminou um relacionamento,  mas enquanto a fila do ex já andou, ela continua pensando muito nele e isso bem não é nada animador e para completar o natal já está batendo à porta e nem o pai vai poder passar com ela dessa vez.  Tudo muda com uma mensagem de um número estranho.  Uma senhorinha super fofa, chamada Nana, se engana e acaba enviando mensagens para Addie. Depois de constatar o erro, as duas acabam conversando e se tornando amigas (isso tudo num espaço bem curto de tempo). E bem junte senhoras casamenteiras, mocinhas solteiras e jantar familiar natalino, bem temos um filme.

Nana, ao saber que Addie passará o natal sozinha, não pensa duas vezes e a convida para desfrutar da ceia junto com sua família. Ela só deixa de fora o detalhe de que seu filho médico, James, lindo demais também estará juntos (ideias casamenteiras temos sim). Ao chegar e conhecê-lo, apesar de um climão meio estranho surgir, a interação dos dois é boa. Infelizmente para os planos de Nana, James encontra uma ex e ela também participa da ceia.

Ficaria muito nervosa de passar o Natal na casa de estranhos. Até porque nem acordada até a ceia eu fico (passo o dia inteiro comendo sim e depois durmo). Gostei bastante das interações familiares dos dois lados e da amiga da protagonista, Traci. Ela fala boas verdades na cara da Addie e fico pensando que gostaria de assistir um filme sobre a personagem (novidade eu gostar de personagens secundários).

Eu pensei que o filme ia ser desenrolar durante a ceia, mas teve passagem de tempo e isso foi muito bom para dar uma sensação de aprofundamento de relacionamentos. Não foi algo do tipo acabou de conhecer e se apaixonou (como eu detesto instalove). Eles tiveram suas histórias paralelamente acontecendo enquanto o relacionamento deles progrediam para amizade e o interesse mutuo crescia.

domingo, 3 de setembro de 2023

Planes, trains, and christmas trees

 

Nunca é cedo demais para filmes românticos em clima natalino (minha árvore já está montada e já to contando os dias para as lojas começarem a vender enfeites). Por isso,  já comecei os trabalhos. 

Kayley é uma planejadora de eventos e Brett é um agente esportivos.  Os dois não se conhecem e só tem em comum uma coisa: seu voo para Nova York foi cancelado devido ao mau tempo.  Ao tentar seguir viagem de outra forma, além de não conseguir seguir até o destino pretendido, precisam ficar na casa do tio de Brett em uma cidade pequena e sem perspectiva de um novo voo. Lá acabam se envolvendo na organização de um evento natalino do local e por causa disso passam a ser conhecer melhor. 

O filme é uma gracinha e foi a dose de fofura que eu precisava.  É um enredo bem simples sobre a pessoa certa na hora certa e estar com quem se ama no Natal.  Brett é um encanto e tem "ai quero te colocar num potinho" vibes. Os dois protagonistas parecem se reconectar com o natal. Gosto bastante desse tipo de filme por oferecer um doçura sem estresse.


domingo, 23 de julho de 2023

Barbie



Barbie é um filme que eu estava esperando muito e que veio no meu mês favorito (alô alô aniversariantes). Não me decepcionou (Barbie nunca me decepciona). Eu gostei muito mesmo do filme, apesar de esperar que certas coisas se desenrolreassem de forma diferente, foi perfeito e queria ver mais umas 300 vezes. 

Barbie vive em seu mundo cor de rosa com suas amigas Barbies, os Kens, um Allan e uma Midge grávida (Skipper foi mencionada, mas não vimos nem a sombra). Porém coisas estranhas começam a acontecer: a água ficou gelada, ela não consegue mais descer de sua casa dos sonhos sem cair e seus pés tocam o chão. Ir ao mundo real é sua única chance de consertar o que quer que esteja dando errado. É ai que aventura dela começa.

Ah, a nostalgia de ver versões da Barbie que eu queria (e cachorro), de relembrar as brincadeiras na tela do cinema não teve preço. Saí de lá e tive que procurar meu antigo álbum da Barbie para olhar.

A relação de menina e sua Barbie é explorada no enredo. A Barbie pode ser a melhor amiga e a quem damos status de humanidade.  Eu mesma conversava com as minhas e imaginava histórias e aventuras muito nossas. E isso é bem representado no filme, no elo que liga a Barbie e a pessoa que estava brincando com ela.

A única coisa que ficou um pouco solta foi os personagens Allan e Midge. Eu acho que perderam a oportunidade de vincular Allan e Midge. Ela pareceu enfeite para fazer a piada da boneca descontinuada,  mas Midge é amiga da Barbie e teve um set de casamento vendido no qual vinha ela, Allan , o Ken e a Barbie (e uns dois bonequinhos que eu não lembro o nome). Achei que teria essa relação de alguma forma exibida, mas os dois pareciam estranhos (Allan, você abandonou seu filho???).

O lema da Barbie é seja tudo que você quiser ser e isso é retratado de diversas formas no filme com as várias versões da boneca com diferentes profissões e também na escolha dela no final.  Barbie foi muito mais do que um brinquedo, ela se tornou amiga e inspirou sonhos. Barbie transcendeu. Ela realmente saiu de Barbieland para o mundo real e por isso para mim faz todo o sentido o final. 

Nunca se está velho demais para gostar de Barbie e ela sempre vai fazer parte das memórias mais queridas de quem se inspirou  nela (vamos Mattel, relança o cachorro e as Barbies antigas).

O sucesso do filme abre caminho para outros sobre a boneca mais querida do mundo e de fato espero que venham mais (vamos de Barbieverso, mattel?)