domingo, 12 de fevereiro de 2023

Extra, extra, extra #1

Amo extras e a possibilidade que esse conteúdo nos traz de ver os personagens que gostamos de novo. Esta postagem (talvez outras como essa virão, por isso #1 no título) vai ser dedicada a isso. Vou falar um pouco como me senti sobre a leitura e tentar não fazer (foco no tentar) spoilers.

A editora arqueiro disponibilizou conteúdos extras dos livros A hipótese do amor de Ali Hazelwood e Uma farsa de amor na Espanha de Elena Armas. Dois livros que li ano passado.



A hipótese do amor: capítulo extra

O extra traz a perspectiva do Adam sobre a primeira vez dele com a Olive. Sinceramente achei um pouco desnecessário ser sobre essa cena. Eu amei o Adam profundamente, mas se fosse para ver algo da perspectiva dele, seria o momento em que se apaixonou pela Olive. Realmente queria saber o que ele viu nela por motivos de interação nula até o momento do trato de namoro falso. 

Porém, ver o Adam é sempre bom e é isso (eu amo esse homem que nem existe). 

 


Uma farsa de amor na Espanha: conteúdo extra

Um dos melhores romances que li no ano passado e agora com cenas do ponto de vista do Aaron. GRITOS. Aaron, o último dos românticos. Não tem como não amar esse homem e olha que eu nem o amava no começo do livro sinceramente. Foi bem satisfatório. Elena colocou trechos de alguns capítulos da perspectiva dele, como quando ele se oferece para ir com Lina ao casamento da irmã dela, quando eles saem juntos pela primeira vez e o beijo. Já imaginava o Aaron assim? já, mas olha foi um docinho.




E você, já leu algum desses conteúdos extras?

domingo, 5 de fevereiro de 2023

Flores feitas de espinhos - Gina Chen

Primeiro livro da duologia de mesmo nome publicada pela editora Rocco. Violet é uma vidente ao serviço do rei. Mentiras, trapaças fazem parte de sua vida. Há uma maldição pairando sobre o reino e envolve o príncipe herdeiro, Cyrus. Caso se concretize pode trazer a destruição. O casamento real é uma possibilidade de quebrar a maldição, mas resolverá? Quando estranhas visões sinistras surgem, ela deve escolher o lado em que ficar.

Violet é egoísta, trapaceira, sem senso de moral ou dever e se coloca acima do bem e do mal não se importando com nada desde que ela esteja bem. E sim, eu não gosto dela na maior parte do tempo. Para mim, faltou um pouco de lógica na forma dela se relacionar com o príncipe. Ela não gosta dele e ok posso aceitar isso, mas quer trabalhar para ele como vidente quando ele virar rei sem ter uma gota de respeito por ele? "ai ele quer se livrar de mim, quer que eu vá embora bla bla bla". Eu também não ia querer ela como vidente quando o que faz é corromper as visões dela manipulando toda a situação para agradar o atual rei e não se importando com as consequências (eu a considero extremamente perigosa).

Cyrus é alguém que busca a paz. Diferente do pai, ele quer fazer um reinado sem entrar em conflitos e dominar outras regiões. Ele também culpa seu pai por considerar culpado em transformar Violet em uma manipuladora (e de fato foi mesmo). Sinceramente, acho que ele tomou péssimas decisões no final e por mais que entenda que o que ele fez foi a forma que ele achou que libertaria a pessoa que ele ama de uma vida presa a vontade soberana de alguém, ele errou na forma que fez (tenso, tenso).

O livro é bom e quero muito saber o que vai acontecer no próximo já que a Violet conseguiu se fazer indispensável para o Cyrus. Vou ser sincera e achei isso péssimo porque eu queria que ela embarcasse em uma jornada para se redescobrir como pessoa, para entender seu poder e firmasse alianças não porque ela é necessária, mas porque finalmente existe confiança entre os pares. Tenho expectativas para o próximo livro e quero muito saber como o dilema da maldição vai ser solucionado e que decisões a Violet vai tomar.