A história da Suren partiu meu coração tantas vezes que nem sei se sobrou algum caco para a próxima leitura (caramba, que tristeza). Nós a encontramos sobrevivendo sozinha em uma floresta, olhando para família humana da qual ela foi separada quando pequena e temos flashbacks de como Lady Nore e Lorde Jarel os separaram. Dá um aperto muito grande no coração entender tudo o que ela passou.
Oak foi uma surpresa. Eu esperava que ele se comportasse diferente. Que a influência do mundo humano fosse mais forte do que a do reino das fadas nele. Ainda assim, não ACHO que ele tenha se tornado cruel como outras fadas e seres encantados. Apesar de ter desconfiado dele, não achava que ele faria algo MUITO ruim.
Foram introduzidos personagens novos. Entre eles, o Hyacinthe que amei demais e espero ver de novo e que tenha um final feliz. Na verdade, acho que a história dele renderia um conto se passando entre a rainha do nada e o herdeiro roubado (fica aqui meu desejo). E nunca vou perdoar por me fazer gostar de alguém que tentou matar o Cardan (PROTEJAM O CARDAN).
O livro é narrado em terceira pessoa com foco em Suren. Somos guiados por ela e seu ponto de vista e levados a desconfiar do que exatamente o Oak está fazendo. Conforme a a história progride memórias envolvendo os dois nos são apresentadas. Achei muito fácil entender o que estava acontecendo, mas eu não previa a escolha que a Suren iria tomar. Não acredito que tenha sido boa e tenho medo de como isso vai refletir no próximo livro, qual caminho ela vai decidir tomar.

